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Convido aos amigos/as interessados, comparecerem ao lançamento do livro "Gênero e Atividade Física", onde possuo dois capítulos. A obra é organizada por Sebastião Votre e editada pela Mauad/FAPERJ. O lançamento será Quarta, 19/10, às 19h, na Blooks Livraria [Praia de Botafogo 316 > Dentro do Unibanco Artplex]. 
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 14h32
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XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE - IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS DO ESPORTE
Divulgo abaixo os resumos dos dois trabalhos apresentados por mim e ex-orientandos, no XIV Conbrace e IV Conice, na UFRGS, Porto Alegre, 2011. CAPOEIRA REGIONAL: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DAS MESTRAS E FORMANDAS SOBRE SUA INSERÇÃO E ATUAÇÃO NO ENSINO DA LUTA NO RIO DE JANEIRO Profa. Ms. Eliane Glória Reis da Silva Souza [Grupo Capoeira Brasil]. Prof. Fabiano Pries Devide [Doutor em Educação Física e Cultura e Professor da Universidade Federal Fluminense/RJ]. A invisibilidade das capoeiristas no Rio de Janeiro (RJ) despertou o interesse em se investigar sua importância na História das mulheres. No âmbito dos Estudos de Gênero, o objetivo geral desta pesquisa foi identificar as representações sociais das mestras e formandas de capoeira regional sobre sua inserção e atuação no ensino da luta no RJ. A pesquisa é qualitativa e documental. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi a entrevista semiestruturada, aplicada em um grupo constituído por dez mulheres, intituladas mestras e formandas de capoeira. A análise e interpretação dos dados foram realizadas a partir dos Estudos de Gênero com uso da Análise de Conteúdo e elementos-chave da Análise do Discurso, da Teoria das Representações Sociais e da Etnometodologia. Pode-se afirmar que as representações sociais das entrevistadas circunscrevem-se a partir de oito categorias circulantes em seu discurso. As representações sociais das mestras e formandas são constituídas por elementos que se interpenetram, tais como: resistência familiar, preconceito, racismo, conflito de papéis, e identidades de gênero. Conclui-se que o estudo identificou formas de exclusão das mulheres capoeiristas na prática e no ensino dessa luta onde elas iniciam a conquista paulatina de espaços de liderança, como mestras de capoeira. Palavras-chave: Representações sociais. Gênero. Mulheres. Capoeira.
REPRESENTAÇÕES DA MÍDIA ESPORTIVA IMPRESSA SOBRE VISIBILIDADE DE MULHERES ATLETAS NOS JOGOS OLÍMPICOS MODERNOS DE 2008: ENTRE PERMANÊNCIAS E MUDANÇAS Prof. Ms. Emerson Saint’Clair (SEE/RJ; ISECENSA/RJ) Prof. Dr. Fabiano Pries Devide (UFF/RJ) Este estudo qualitativo e documental visa investigar as representações da mídia esportiva impressa sobre a visibilidade de mulheres no esporte durante os XXIX Jogos Olímpicos Modernos de Pequim, em 2008. O corpus documental foi constituído por 20 edições consecutivas do Caderno de Esportes dos jornais O Globo e Lance!, analisadas a partir dos referenciais teórico-metodológicos da Análise de Conteúdo e da Iconografia. A análise distributiva foi representada por 380 matérias e 336 imagens do O Globo; e 596 matérias e 518 imagens do Lance!. No O Globo, o percentual de matérias sobre atletas homens (n=197/51,84%) e mulheres (n=108/28,42%); imagens de homens (n=190/56,04%) e mulheres (n=141/42,47%); matérias assinadas por jornalistas homens (n=276/72,63%) e mulheres (n=09/2,36%) e imagens assinadas por fotógrafos (n=279/83,05%) e fotógrafas (n=18/5,35%) é desigual. No jornal Lance!, o percentual de matérias sobre homens (n=313/52,51%) e mulheres (n=230/38,59%); imagens de atletas homens (n=297/57,34%) e mulheres (n=215/41,50%); matérias assinadas por jornalistas homens (n=253/42,45%) e mulheres (n=08/1,35%) e imagens assinadas por fotógrafos (n=221/42,66%) e fotógrafas (n=03/0,58%) também é desigual. Contudo, na maioria das imagens, as atletas foram fotografadas no contexto esportivo, por vezes em modalidades de reserva masculina, indicando mudanças na cobertura da mídia esportiva impressa. A análise iconográfica e a interpretação iconológica das 141 imagens das atletas do O Globo, e 215 imagens do Lance!, resultaram na construção de três categorias e subcategorias: “atleticismo” (competição, força, garra, habilidade e outros); “estados emocionais” (afetividade, decepção, dor, felicidade e outros); e “feminilidade” (beleza e sensualidade). Os resultados permitem afirmar que as imagens: i) estão associadas, predominantemente, à categoria “atleticismo” e suas subcategorias, e secundariamente à categoria “estados emocionais” e suas subcategorias; ii) poucas imagens estão associadas à categoria “feminilidade”; e iii) na categoria “estados emocionais”, as imagens tendem a focalizar a subcategoria “decepção” associada ao erro da atleta no O Globo; e a subcategoria “felicidade” associada à performance no Lance!. Conclui-se que em termos distributivos há desigualdade na visibilidade de atletas homens e mulheres na mídia esportiva impressa, a partir da predominância de imagens e matérias sobre homens atletas, assim como imagens e matérias assinadas por jornalistas e fotógrafos. Contudo, no que tange às imagens das atletas, há uma maior visibilidade dessas no contexto esportivo, em situações que focalizam o seu atleticismo, indicando permanências na dominância masculina na mídia esportiva; assim como mudanças qualitativas na visibilidade das atletas. Palavras-chave: Gênero; Mulheres; Mídia; Olimpismo.
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 17h08
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 http://www.alab.org.br/pt/eventos/queering-paradigms-ivSubmissões: 15/09/2011 - 15/12/2011 O congresso internacional Queering Paradigms surgiu como uma estratégia acadêmico-político-científica de discutir e problematizar ataques homofóbicos no campus da Canterbury Christ Church University, na Inglaterra no ano de 2008. Com um objetivo explicitamente inter/multidisciplinar, o congresso Queering Paradigms (QP) visa a discutir e problematizar os processos de normatização e de marginalização em sociedades contemporâneas. Embora em sua primeira organização (em 2009), as discussões giraram ao redor de questões identitárias, a partir de sua segunda edição mudou-se o eixo orientador para se discutir não somente identidades não-normativas, mas também as implicações teórico-analítico-metodológicas que os estudos sobre essas identidades impõem às áreas de estudo que sobre elas se debruçam. Assim, após o sucesso de 3 congressos internacionais Queering Paradigms (QP1, organizado em 2009 na Canterbury Christ Church University, Inglaterra; QP2, organizado em 2010 na Queensland University of Technology, Austrália; e QP3, organizado em 2011 na State University of New York), o Programa Interdisciplinar de pós-graduação em Linguística Aplicada da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Programa de pós-graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e a Associação de Linguística Aplicada do Brasil têm a honra de organizar o Queering Paradigms 4, a ser realizado entre os dias 25-28 de julho de 2011. O objetivo do congresso é analisar o status quo atual e os desafios para o futuro dos Estudos Queer e dos Estudos LGBTIQ a partir de uma perspectiva ampla, inter/multidisciplinar, com vistas a problematizar/desestabilizar (i.e. queer) os discursos e os paradigmas das inter-disciplinas. As comunicações, conferências e mesas-redondas discutirão as possibilidades e os potenciais de abordagens teóricas, analíticas e metodológicas queer nas ciências sociais e humanidades e os desafios que tais abordagem colocam para a pesquisa, ativismo político, educação, saúde, direito, religião, linguagem e outras instituições sociais. Com isso, o congresso atrai várias disciplinas, como por exemplo, antropologia, sociologia, estudos da linguagem, teologia, ciência política, direito, medicina social, filosofia, geografia, psicologia social, reunindo, pelo apelo que a Teoria Queer e os estudos LGBTIQ tem internacionalmente, pesquisadores de vários países, constituindo, assim, um rico milieux para aprendizagem coletiva, desenvolvimento de agendas teórico-metodológica para pesquisas de diferentes áreas e de problematização dos processos sociais, científicos e disciplinares de produção de normas e margens. Assim como os congressos QP1, 2 e 3, usamos o termo 'queer' para nos referir a um domínio indefinido e sem fronteiras de gêneros, sexualidades e práticas corporais não-normativas que também 'inclui uma filiação a abordagens analíticas críticas', como Ara Wilson (2006) argumenta. Dessa forma, para os propósitos do evento, usamos 'queer' de acordo com Eve Kosofsky Sedgwick em seu ensaio "Queer and Now: 'queer pode se referir a: uma matriz aberta de possibilidades, lacunas, sobreposições, dissonâncias e ressonâncias, lapsos e excessos de significado na qual os elementos constituintes do gênero , da sexualidade não são forçados (ou não podem ser forçados) a ter um significado monolítico. 'Queer' é, portanto, entendido como questionando, contrastando, desafiando e transformando, especificamente, a heteronormatividade, não se restringindo somente a ela e, dessa forma, lança seus esforços teóricos, analíticos e intervencionistas sobre qualquer tipo de norma (e, dialogicamente, as margens por ela produzidas). Assim, o congresso internacional Queering Paradigms pretende discutir desafios paradigmáticos e mudanças sociais e científicas possibilitados pelo impacto contemporâneo da Teoria Queer nas mais diversas áreas do conhecimento e de ativismo político. Facebook: Queering Paradigms 4 (http://www.facebook.com/pages/Queering-Paradigms-4/251666631520493) Twitter: @QueeringP4 |
O congresso internacional Queering Paradigms surgiu como uma estratégia acadêmico-político-científica de discutir e problematizar ataques homofóbicos no campus da Canterbury Christ Church University, na Inglaterra no ano de 2008. Com um objetivo explicitamente inter/multidisciplinar, o congresso Queering Paradigms (QP) visa a discutir e problematizar os processos de normatização e de marginalização em sociedades contemporâneas. Embora em sua primeira organização (em 2009), as discussões giraram ao redor de questões identitárias, a partir de sua segunda edição mudou-se o eixo orientador para se discutir não somente identidades não-normativas, mas também as implicações teórico-analítico-metodológicas que os estudos sobre essas identidades impõem às áreas de estudo que sobre elas se debruçam. Assim, após o sucesso de 3 congressos internacionais Queering Paradigms (QP1, organizado em 2009 na Canterbury Christ Church University, Inglaterra; QP2, organizado em 2010 na Queensland University of Technology, Austrália; e QP3, organizado em 2011 na State University of New York), o Programa Interdisciplinar de pós-graduação em Linguística Aplicada da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Programa de pós-graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e a Associação de Linguística Aplicada do Brasil têm a honra de organizar o Queering Paradigms 4, a ser realizado entre os dias 25-28 de julho de 2011. O objetivo do congresso é analisar o status quo atual e os desafios para o futuro dos Estudos Queer e dos Estudos LGBTIQ a partir de uma perspectiva ampla, inter/multidisciplinar, com vistas a problematizar/desestabilizar (i.e. queer) os discursos e os paradigmas das inter-disciplinas. As comunicações, conferências e mesas-redondas discutirão as possibilidades e os potenciais de abordagens teóricas, analíticas e metodológicas queer nas ciências sociais e humanidades e os desafios que tais abordagem colocam para a pesquisa, ativismo político, educação, saúde, direito, religião, linguagem e outras instituições sociais. Com isso, o congresso atrai várias disciplinas, como por exemplo, antropologia, sociologia, estudos da linguagem, teologia, ciência política, direito, medicina social, filosofia, geografia, psicologia social, reunindo, pelo apelo que a Teoria Queer e os estudos LGBTIQ tem internacionalmente, pesquisadores de vários países, constituindo, assim, um rico milieux para aprendizagem coletiva, desenvolvimento de agendas teórico-metodológica para pesquisas de diferentes áreas e de problematização dos processos sociais, científicos e disciplinares de produção de normas e margens.
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 21h35
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"FABIANAs", parabéns pelo pioneirismo: primeiras medalhas de ouro de brasileiros/as em mundiais de atletismo e remo!
http://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/09/02/fabiana-beltrame-ganha-primeiro-ouro-brasileiro-na-historia-do-mundial-de-remo.htm http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2011/08/30/fabiana-murer-conquista-titulo-mundial-do-salto-com-vara-925248196.asp
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 08h00
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Trabalho apresentado no "XII Seminário O Lazer em Debate - O Lazer na Metrópole: perspectivas acadêmicas e possibilidades de intervenção" Data: 19, 20 e 21 de maio de 2011 - Escola de Artes Ciências e Humanidades EACH-USP
RELAÇÕES DE GÊNERO NOS ESPORTES NA NATUREZA: UM ESTUDO DE CASO COM O GRUPO DE MARATONAS AQUÁTICAS “NADAR É PRECISO!”
Gustavo Bento Ribeiro de Araújo (GPELN-UFF/RJ), Edmundo Drummond Alves Júnior (GPELN-UFF/RJ), Fabiano Pries Devide (UFF/RJ)
O estudo é desenvolvido no Grupo de Pesquisa Esporte, Lazer e Natureza (GPELN). Tal grupo investiga o fenômeno dos esportes na natureza e suas interfaces com o Lazer. Uma das linhas de pesquisa busca refletir as relações de gênero nesse contexto, especificamente, buscando analisar as relações entre os sexos nos esportes na natureza. Este estudo de caso tem como objetivo investigar as representações de mulheres, que assumem cargos de liderança na organização do esporte, especificamente nas maratonas aquáticas, realizadas no tempo não-trabalho, assumindo um caráter hedonista, sem fins lucrativos e interpretadas aqui como uma atividade de lazer. O estudo é desenvolvido no grupo “Nadar é Preciso!”, formado por nadadores/as cariocas, que se reúnem aos finais de semana para nadarem em águas abertas (maratonas aquáticas) na orla da cidade do Rio de Janeiro. Para a coleta de dados, utilizamos a entrevista estruturada com as coordenadoras do grupo, assim como a observação participante durante os encontros semanais. Para a análise dos dados, nos remetemos à Análise de Conteúdo, assim como aos referenciais teóricos dos Estudos de Lazer de linha francesa e dos Estudos de Gênero no esporte. Os resultados parciais das primeiras observações permitem identificar uma predominância de mulheres na coordenação do grupo e na participação como atletas, conferindo-lhe uma singularidade em relação ao quadro geral de homens e mulheres que participam de eventos em maratona aquática no Brasil. Na etapa atual da pesquisa, estamos colhendo os dados representados pelo discurso das entrevistas com o grupo de informantes. Palavras-chave: Lazer, Gênero, esportes na natureza.
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 08h32
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Homofobia e Esporte
A resposta da torcida e da equipe de jogadores do Vôlei Futuro à homofobia contra o atleta Michael: http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2011/04/bandeirao-camisas-rosas-e-festa-volei-futuro-homenageia-michael.html
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 18h25
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Esporte e Identidade sexual
Mais um caso de homofobia e intolerância à diferença no esporte: http://esporte.uol.com.br/volei/ultimas-noticias/2011/04/05/minha-opcao-sexual-nao-e-importante-foi-uma-agressao-diz-michael.jhtm http://esporte.uol.com.br/volei/ultimas-noticias/2011/04/05/arbitro-nao-relata-homofobia-a-jogador-do-volei-futuro-e-cbv-aguarda-decisao-do-stjd.jhtm
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 16h46
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Tenista francês entra para a história disputando o jogo de duplas mistas de vestido
http://www1.folha.uol.com.br/esporte/856338-frances-da-partida-mais-longa-da-historia-do-tenis-joga-vestido-de-mulher-na-australia.shtml
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 13h38
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Professor analisa presença feminina nos Jogos Olímpicos
Matéria publicada no UFF Notícias, dezembro 2010, sobre entrevista que concedi em Dezembro. http://www.noticias.uff.br/noticias/2010/12/professor-analisa-presenca-feminina-olimpiada.php http://www.uff.br/uffon/agencia/2010/12/uff-agencia-de-noticias-informativo-20-12-2010.pdf
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 16h09
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XIII Encontro Fluminense de Educação Física Escolar - UFF/RJ, 25-27 novembro, 2010. Representações da formação profissional em educação Física sobre as questões de gênero: reflexões sobre a graduação no Centro Universitário Augusto Motta [Morjana Peçanha, Ilza Silva, Fabiano Devide] http://www.enfefes.uff.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12&Itemid=6
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 18h32
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Fazendo Gênero 9 - Diásporas, Diversidades, Deslocamentos - 23 a 26 de agosto de 2010, Florianópolis/SC
A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM RELAÇÃO AO BULLYING HOMOFÓBICO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: O DISCURSO DOS DOCENTES DO PRIMEIRO SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL [Morjana Britto Peçanha, Fabiano Pries Devide] http://www.fazendogenero.ufsc.br/9/resources/anais/1267819576_ARQUIVO_Textocompleto.pdf
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 18h25
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Lançamento do livro "Gênero e Esporte: masculinidades e Feminilidades"
É com prazer que divulgo o lançamento do livro "Gênero e Esporte: masculinidades e feminilidades", organizado pelo colega Jorge Knijnik e editado pela Apicuri, na coleção "Sport". O livro é uma coletânea com capítulos de intelectuais do Brasil e exterior. Possuo o capítulo "O exercício físico na construção da identidade de gênero: por uma masculinidade plural", escrito com a professora Renata Batista. Segue o convite abaixo. Abç! Fabiano. 
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 09h48
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XY: men, masculinities, and gender politics
XY é um website pró-feminista, coordenado pelo sociólogo Michael Flood e mantido por voluntários, constituindo-se num fórum de debates e discussões de questões referentes aos homens, às masculinidades e às políticas de gênero. Disponibiliza mais de 200 artigos de pesquisa sobre temáticas como: saúde masculina, relações entre masculinidade, classe, raça, sexualidade, violência doméstica etc. Providencia ferramentas para o ativismo, a transformação pessoal e a promoção de mudanças sociais, como o combate à violência contra as mulheres, a equidade de gênero etc. Visa promover avanços nos objetivos feministas de equidade e justiça de gênero, encourajando homens a se envolverem em mudanças pessoais e sociais. O site possui dois princípios centrais: o compromisso em melhorar a vida dos homens e o reconhecimento da diversidade entre eles, atravessada por fatores como raça, etnia, sexualidade, idade e necessidades especiais.
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 10h17
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A editora Apicuri acaba de lançar a obra abaixo, organizada pelo amigo Jorge Knijnik, com prefácio de Silvana Goellner. Sucesso! O sumário está divulgado no post anterior. Abç! 
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 19h25
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É com satisfação que divulgo mais um livro sobre Estudos de Gênero na Educação Física e no Esporte, organizado pelo amigo Jorge Knijnik e editado pela Apicuri/Rio de Janeiro. Em breve, lançamento! Segue o sumário abaixo: GÊNERO E ESPORTE – Masculinidades e Feminilidades Sumário
Prefácio
Apresentação
Introdução
* Parte 1 – Um aporte teórico Gênero, um debate que não quer calar Jorge Dorfman Knijnik As relações entre os sexos no esporte Eric Dunning e Joseph Maguire * Parte 2 – Masculinidades Esportivas
Masculinidade e dança, masculinidade e esporte: relações Victor Andrade de Melo e Claudio Lacerda Estátuas no palco Bob Petersen Esporte e masculinidades: uma longa história de amor - ou melhor, de amizade Jorge Dorfman Knijnik e Paulo César Falcão-Defino
O exercício físico na construção da identidade de gênero: por uma masculinidade plural Fabiano Pries Devide e Renata Silva Batista Parte 3 – Feminilidades esportivas Em busca de indicadores ou inibidores do desenvolvimento da prática esportiva em jovens Paula Botelho-Gomes, Paula Silva, Amândio Graça e Paula Queirós Mulheres no ringue: a pioneira Maria Aparecida de Oliveira Ludmila Mourão e Euza Gomes À beira de um ataque de nervos: estresse e direitos humanos nos campos de futebol do Brasil Jorge Dorfman Knijnik, Esdras Guerreiro Vasconcellos e Selma Carneiro Felippe Knijnik Progresso rumo à liderança no esporte de alto nível: o exemplo de seis atletas negras Gabriela Aragão Souza de Oliveira e Sebastião Josué Votre Nadando contra o tempo: o significado da prática da natação competitiva por mulheres acima da meia-idade Roberta Carolina Vale da Trindade e Elaine Romero
A GUISA DE CONCLUSAO Gender Vertigo, ou à la recherche d´une identité perdue. Jorge Dorfman Knijnik
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 09h23
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Bailarinos lutam contra o preconceito
Participação em matéria publicada no Jornal da Tarde, São Paulo, em 27.07.2010. http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/garotos-lutam-contra-preconceito-para-virar-bailarinos/
Escrito por Prof. Dr. Fabiano Pries Devide às 18h45
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Novo artigo!
O discurso dos docentes do primeiro segmento do ensino fundamental sobre o bullying homofóbico na Educação Física escolar El discurso de los docentes del primer ciclo de educación elemental sobre el bullying homofóbico en la Educación Física escolar The teacher’s discourse of elementary school about the homophobic bullying in school physical education | 
| | | *Licenciada e Bacharel em Educação Física, UNISUAM, RJ **Doutor em Educação Física e Cultura Professor da UNISUAM/RJ e do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Atividade Física, UNIVERSO, RJ | Morjana Britto Peçanha* Fabiano Pries Devide** fabianodevide@uol.com.br (Brasil) | | | | Resumo O objetivo deste estudo de caso foi investigar como os docentes de uma escola privada do município do Rio de Janeiro atuam para minimizar o bullying homofóbico nas aulas de Educação Física escolar (EFe). A pesquisa utilizou uma entrevista semi-estruturada para coleta de dados. O grupo de informantes foi constituído por cinco docentes licenciados em Educação Física (EF). Após a análise de conteúdo do discurso dos informantes, foram construídas quatro categorias: “linguagem discriminatória”, “Desconhecimento da expressão bullying”, “Habilidade motora e Identidade Sexual” e “Ações para minimizar o bullying”. Conclui-se que o grupo não conhece a expressão bullying, apesar de identificar ações discriminatórias nas aulas de EFe, utilizando ações para minimizar o bullying nas aulas. Unitermos Abstract The objective of this study case was to investigate how teachers of an elementary private school in Rio de Janeiro manage the homophobic bullying in Physical Education classes. A structure interview was done with five physical education teachers. After the content analysis of the data, four categories were constructed: “discriminatory language”, “unfamiliarity with the expression bullying”, “motor skill and sexual identity”, and “actions to minimize the bullying”. We concluded that the teacher's discourse showed that they don't have knowledge about the expression bullying, but they identify the existence of discriminatory actions in Physical Education classes, using actions to minimize this situation in their classes. Keywords : Bullying. Homophobia. School Physical Education. Gender.: Bullying. Homofobia. Educação Física escolar. Gênero. | |  | http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 15 - Nº 146 - Julio de 2010 |
Escrito por Fabiano Pries Devide às 14h52
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Novo artigo!
Representações dos alunos do sexo masculino sobre o conteudo dança nas aulas de Educação Física escolar Representaciones de los alumnos de sexo masculino sobre el contenido danza en las clases de Educación Física escolar | 
| | | *Licenciado em Educação Física Unisuam, RJ **Prof. Adjunto. Unisuam, RJ Prof. Titular PGCAF. Universo, RJ (Brasil) | José Carlos Oliveira da Fonseca Junior* jocarlosjr@oi.com.br Fabiano Pries Devide** fabianodevide@uol.com.br | | | | Resumo O estudo de caso, de caráter exploratório, teve como objetivo investigar as relações entre gênero e dança nas aulas de Educação Física escolar numa escola da rede pública de ensino localizada no Município do Rio de Janeiro. Os dados foram coletados através de uma entrevista semi-estruturada com quatorze alunos do sexo masculino do último ano do quarto ciclo do ensino fundamental, com a finalidade de verificar se existe preconceito por parte desses sobre o conteúdo dança nas aulas de Educação Física, além de investigar as relações entre o conteúdo dança e o conceito de gênero. A análise de conteúdo do discurso dos informantes permitiu construir duas categorias centrais: o preconceito e a dança como conteúdo generificado. Conclui-se que os alunos participam das aulas pela dança ser mais um conteúdo de Educação Física, mas poucos participam por prazer. O preconceito em relação ao menino que dança ainda existe e os alunos continuam enxergando a dança como um conteúdo feminino e o futebol como um conteúdo de masculino. É necessário que os docentes adotem uma postura Co-educativa para discutir as questões de gênero na sociedade e na Educação Física escolar. Unitermos: Dança. Gênero. Educação Física Escolar. Preconceito | |  | http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 15 - Nº 144 - Mayo de 2010 | 
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Escrito por Fabiano Pries Devide às 19h34
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Novo livro na "praça"!!!

Escrito por Fabiano Pries Devide às 23h18
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Escrito por Fabiano Pries Devide às 23h17
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É com satisfação que divulgo o lançamento de mais um título sobre Estudos de Gênero na Educação Física brasileira. A editora Fontoura (São Paulo) acaba de publicar "MENINAS E MENINOS na EDUCAÇÃO FÍSICA: GÊNERO E CORPOREIDADE NO SÉCULO XXI", organizado por Jorge Knijnik e Renata Zuzzi. Abaixo divulgo o sumário para os interessados/as. PROLOGO. PARTE I – Aporte sócio- históricos CAPÍTULO 1 A educação física como espaço educativo de promoção da igualdade de gênero e dos direitos humanos Sandra Unbehaum CAPÍTULO 2 A invenção do homem eugênico: Enlaces entre eugenia e educação física nas obras de Renato Kehl (1917 – 1929) André Luiz dos S. Silva e Silvana Vilodre Goellner
CAPÍTULO 3 A disciplina do corpo no corpo da disciplina: história, reflexões e inter-relações entre Educação física, Gênero e corporeidade Renata Pascoti Zuzzi e Jorge Dorfman Knijnik
PARTE II - Meninas na Educação Física
CAPÍTULO 4 Mais e melhores práticas para inclusão de meninas na educação física escolar Patrício Casco
CAPÍTULO 5 Exclusão intra-sexo em turmas femininas na Educação Física Escolar: quando a diferença ultrapassa a questão de gênero. Fabiano Devide, Fabiane Rodrigues Lima, Renata Silva Batista, Felipe Saint Just Rodrigues
CAPÍTULO 6 As meninas babam o jogo e os meninos são mandões Elaine Romero PARTE III - Meninos na Educação Física
CAPÍTULO 7 - Chutar é preciso? Masculinidades e Educação Física escolarCláudia Vianna e Maria Cristina Cavaleiro CAPÍTULO 8 Mapeamentos e cartografias: percepções de professores (as) sobre as masculinidades produzidas nas aulas de educação física Marcelo Moraes e Silva e Maria Rita de Assis César
CAPÍTULO 9 Masculinidades: quando o brincar é perigoso. Camila Tenório Cunha
Escrito por Fabiano Pries Devide às 09h59
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Inserção de mulheres em uma área de reserva masculina e o uso da co-educação para o ensino do futebol na Educação Física Escolar Insersión de mujeres en un coto masculino y el uso de la co-educación para la enseñanza del fútbol en la Educación Física Escolar Insertion of women in a male reserve arena and the use of co-education to the football learning in Scholar Physical Education | 
| | | *Licenciado em Ed. Física/Unisuam-RJ **Doutor em Ed. Física/PGCAF-Universo LEEFEL-Unisuam/RJ (Brasil) | Felippe Saint Just Rodrigues felippetkd@hotmail.com Fabiano Pries Devide fabianodevide@uol.com.br | | | | Resumo Este ensaio visa refletir sobre duas questões centrais: 1. Quais as representações sobre a participação das mulheres no futebol? e 2. Como a Educação Física Escolar co-educativa pode contribuir para problematizar as questões de gênero pelo ensino do futebol? Os objetivos são discutir a participação de mulheres no futebol e refletir sobre a contribuição da co-educação na problematização de estereótipos sexistas relacionados a esta participação. Para tal, sob a luz da teoria de gênero na interface com a co-educação, discute-se o futebol como uma modalidade carregada de representações sociais associadas à masculinidade, que possibilitam ampliar a reflexão sobre as questões de gênero na Educação Física escolar. Unitermos Abstract This essay has two core issues: 1. What are the representations about women’s participation in football? 2. How can Co-Educative Physical Education contribute to discuss gender relations through football learning practice? The objectives of this presentation center on discussing women’s participation in football, and reflecting about the contributions of co-education in the promotion of reflexions about sexist stereotypes related to this participation. Under gender and co-education concepts, we discuss football as one sport that carries social representations associated with masculinity, thus promoting the discussion over gender issues in Physical Education at schools. Keywords : Football. Women. Gender. Scholar Physical Education: Futebol. Mulheres. Gênero. Educação Física Escolar | |  | http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 14 - Nº 138 - Noviembre de 2009 |
Escrito por Fabiano Pries Devide às 11h29
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Mulheres, futebol e gênero: reflexões sobre a participação feminina numa área de reserva masculina Mujeres, fútbol y género: reflexiones sobre la participación femenina en un coto masculino Women, Football, and Gender: reflexions about the feminine participation in a male reserve arena | 
| | | *Licenciada em Educação Física/Unisuam/RJ Especialista FIOCRUZ/RJ *Doutor em Educação Física, Professor Adjunto PGCAF/Universo-RJ LEEFEL/Unisuam-RJ | Renata Silva Batista* Fabiano Pries Devide** fabianodevide@uol.com.br (Brasil) | | | | Resumo A pesquisa possui caráter qualitativo e bibliográfico, alinhando-se com os Estudos de Gênero com foco nas mulheres. O objetivo geral foi analisar como ocorreu a inserção e a participação das mulheres no futebol brasileiro, assim como o papel da mídia esportiva neste processo. Identificou-se que as mulheres jogavam futebol desde a década de 1930 no Rio de Janeiro. No entanto, por questões legais, foram proibidas de praticar a modalidade até 1979. A década de 1980 marcou o desenvolvimento do futebol feminino, que nas décadas seguintes atingiu resultados internacionais expressivos. Entretanto, são necessárias estratégias para promoção da equidade de gênero nesta modalidade, na qual mulheres ainda sofrem preconceitos. Unitermos: Abstract This qualitative and bibliographic research is a gender study that focuses on women. It aims to analyze how the insertion and permanence of women in brazilian football and the function of sportive media in this process happened. We identified that women have played football in Rio de Janeiro since 1930. However, for legal issues, they were forbidden to practice this sport until 1979. The 1980 decade was marked by the development of feminine football, which in the following decades reached expressively international results. Nonetheless, strategies are needed to promote gender equity in this sport, in which women still suffer prejudice. Keywords : Gender. Women. Football Gênero. Mulheres. Futebol |
Escrito por Fabiano Pries Devide às 10h27
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Boxe Feminino do Brasil é campeão Pan-americano
http://esporte.uol.com.br/boxe/ultimas/2009/10/09/ult4358u553.jhtm Além de atentar para o investimento nos esportes individuais, com vistas à conquista de medalhas em 2016, nos Jogos Olímpicos do Rio, o Comitê Olímpico Brasileiro e os patrocinadores deveriam investir no esporte feminino do Brasil, sobretudo em modalidades onde há pouca tradição feminina, como o boxe, onde as chances de medalhas são maiores. Alguns países que investiram no esporte feminino - como a China, por exemplo - tornaram-se potências e passaram a se destacar no cenário mundial, principalmente, por suas mulheres atletas. O Brasil precisa de investimento pesado no que diz respeito ao esporte feminino, sobretudo individual, se quiser ampliar o seu quadro de medalhas e disputar os Jogos com países que já possuem programas pioneiros de incentivo e apoio - inclusive legal, como os Estados Unidos - ao desenvolvimento do esporte entre as mulheres.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 14h09
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Futebol, Identidades e Homofobia
Apesar da inserção das mulheres na prática do futebol no Brasil, esta modalidade ainda se constitui em área de reserva masculina, tanto no que se refere aos praticantes, quanto aos dirigentes e aqueles que trabalham na mídia esportiva que realiza a cobertura dos jogos e campeonatos. Da mesma forma, a prática do futebol atua como um ritual de passagem quase obrigatório na construção da identidade masculina dos meninos nas aulas de Educação Física escolar. Nesse contexto, aqueles que não apresentam prazer em praticá-lo ou não apresentam habilidade motora para jogar tendem a ser discriminados pelos demais colegas em termos de sua identidade sexual, conforme indica a literatura dos estudos de gênero com foco no binômio inclusão/exclusão na Educação Física escolar. Tais aspectos precisam ser refletidos pelos profissionais de Educação Física, para que possamos discutir fatos como o recente depoimento do técnico da equipe de futebol profissional do Goiás: "-Não trabalho com homossexuais, trabalho com homem" > http://oglobo.globo.com/blogs/bolademeia/posts/2009/09/17/frase-do-dia-helio-dos-anjos-224138.asp
Escrito por Fabiano Pries Devide às 10h41
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Resumo da palestra apresentada na mesa-redonda realizada no I Encontro do NESPEFE: Corpo e Educação Física, ENEFD/UFRJ, 10.09.09. O EXERCÍCIO FÍSICO NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DE GÊNERO: POR UMA MASCULINIDADE PLURAL Fabiano Pries Devide[1]e Renata Silva Batista[2] A produção acadêmica sobre Gênero e Esporte na última década reflete a emergência desta nova temática na Educação Física brasileira (Romero, 1995; Votre, 1996; Saraiva, 1999; Simões, 2003; Júnior, 2003; Goellner, 2003; Simões e Knijnik, 2004; Devide, 2005). No entanto, a tendência dos estudos tem sido focalizar as mulheres, constituindo uma sub-representação dos estudos sobre a masculinidade na interface com o gênero (Fraga, 2000; Gonçalves, Munarin, Gonçalves, 2002), como já ocorre na América do Norte e Europa (Dunning, 1992; Messner, 1992, 1994; Pronger, 1992; Dunning, Maguire, 1997). Pressupõe-se que o exercício físico e o esporte têm sido elementos importantes na construção da masculinidade no homem moderno, a partir das modificações que proporcionam em sua saúde, notadamente, na estética corporal, através de anatomias masculinas contemporâneas. Neste contexto, o estudo interpreta a mídia - especificamente dirigida ao público masculino - como uma via de construção de representações sobre a masculinidade ancorada no corpo do homem. A pesquisa tem por objetivo investigar qual o papel do exercício e do esporte na construção da masculinidade contemporânea, que se apresenta multifacetada e em crise (Lisboa, 1998), utilizando o gênero como uma categoria relevante de análise (Scott, 1995). O corpus documental da pesquisa é constituído pelas doze primeiras edições da Revista masculina Men’s Health (maio de 2006-abril de 2007)[3][3]. A análise dos dados está organizada nas seguintes etapas: Pré-análise, com leitura exploratória das edições; análise iconográfica das capas das doze edições; e análise de conteúdo das matérias sobre exercício físico e esporte nas doze edições. Como referenciais teórico-metodológicos para a análise e a interpretação das fontes, utilizamos a Análise de Conteúdo (Bardin, 1995) e a Iconografia (Eco, 1997; Kossoy, 2001; Bauer, Gaskell, 2004; Ciavatta, Alves, 2004; Santaella, Nöth, 2005). Os resultados apontam que o periódico é dirigido ao público masculino, adulto, branco, heterossexual e economicamente favorecido. O elemento icônico central das capas é representado pelo corpo masculino ideal, cuja musculatura é a protagonista de uma anatomia de consumo (Fraga, 2000); enquanto entre os elementos textuais, as manchetes sobre exercícios físicos são destaques. A análise do conteúdo interno permite inferir que as matérias apresentam como principais pautas: o exercício físico, o sexo, a saúde, a alimentação, a psicologia, a moda e a beleza, com o objetivo de que o homem contemporâneo alcance bem-estar e qualidade de vida. A análise do conteúdo possibilitou a identificação de duas categorias centrais: a Masculinidade Hegemônica, em matérias que valorizam aspectos como poder, trabalho, competição, dominação masculina e superação; e Outras Masculinidades, em matérias que abordam conteúdos relacionados, entre outros, às dicas de beleza, moda, bem-estar e aspectos afetivos. A análise das matérias sobre o exercício físico, identificou que o mesmo ancora elementos relacionados à masculinidade hegemônica, como a aptidão física, a tolerância à dor, o machismo, a heterossexualidade; e também relacionados às outras masculinidades, como a preocupação estética. Concluímos que a Men’s Health, como uma mídia direcionada ao público masculino, vem contribuindo para a construção de uma masculinidade plural, composta tanto por elementos tradicionalmente associados à masculinidade hegemônica, como a imagem de um corpo fisicamente apto, musculoso, “sarado”, “ideal”; como por novos elementos incorporados ao cotidiano dos homens, tais como a preocupação com a beleza, representando mudanças e o diálogo com outras masculinidades.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 00h15
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Discurso de professor Patrono - Unisuam - Turma 2009.1
Ilmo Sr. Reitor, coordenação do curso de Licenciatura em Educação Física, professores homenageados, pais e amigos presentes, caros/as formandos/as, bom dia. Foi com satisfação que recebi o convite para ser patrono da turma 2009.1. Gostaria de prestar homenagem a todos/as aqueles/as que de alguma forma participaram desta escolha. Tenham certeza de que não há nada mais gratificante para um educador manter suas visões de sociedade, educação e educação física, do que o reconhecimento por parte de seus alunos/as. Desde já o meu carinho por todos/as. O curso de graduação acabou, mas a formação de um educador comprometido com a mudança social deve ser continuada. "Mudança". Esta palavra é urgente quando pensamos na educação brasileira. Sobretudo, na estrutura desigual existente entre a educação pública e privada, que historicamente tem desempenhado um papel reprodutor das desigualdades entre classes na nossa sociedade. Neste contexto, como tanto refletimos em nossas aulas, a Educação Física escolar tem servido aos interesses históricos de instituições que utilizaram nossos conteúdos, sobretudo o esporte, como ferramentas de exclusão, hierarquização, seleção e eugenização do povo brasileiro. Hoje, a ingenuidade da Educação Física dos anos 1970 não existe mais. No entanto, a produção do conhecimento científico, teoricamente ancorado na realidade social, ainda não vem convergindo com os portões das escolas, pois seus docentes tendem a abandoná-lo ao longo de sua trajetória profissional, vencidos pelas dificuldades de ensinar. Neste aspecto, eu sempre me questiono se estes que abandonam a sua função mais nobre, têm consciência de seu papel social enquanto educadores. O abismo entre a realidade da produção acadêmica da Educação Física e a prática pedagógica do seu porta voz, o professor, só acabará quando profissionais como vocês, que estão concluindo uma etapa, desenvolverem uma consciência crítica de seu papel enquanto agentes de mudança, com função primordial na construção da consciência de classe das crianças e adolescentes que passam pelos bancos escolares e que têm sido mantidos à margem de uma educação de qualidade neste país. Precisamos de educadores que queiram continuar aprendendo ao longo se sua trajetória profissional, a partir da relação com os seus alunos/as e da reflexão constante sobre a sua prática pedagógica, sempre ancorada na realidade social na qual lecionam. Nunca esqueçam da escolha que fizeram quando optaram por serem professores numa sociedade em que a educação tem sido tão desvalorizada. Não abram mão de suas convicções em função de baixos salários, dificuldades estruturais e sociais que irão encontrar. Um educador verdadeiro precisa ser capaz de construir sua prática pedagógica a partir da problematização desta realidade contraditória e desigual na qual a instituição escolar está inserida. Lembrem - sempre - que se vocês trabalharem motivados intrinsecamente por um sentimento de prazer e compromisso com os seus alunos/as, estas dificuldades servirão de meio para que atinjam o objetivo final: fazer com que uma criança, a partir da convivência de mais de dez anos com os conteúdos de ensino da Educação Física, seja capaz de olhar o mundo com autonomia e menos ingenuidade, afim de que possa ser agente e perpetuar aquilo que vocês começaram a fazer nas suas aulas: promover a mudança. Não se esqueçam de uma coisa: conhecimento é liberdade. Sejam curiosos, sejam sonhadores, façam o melhor que puderem se quiserem mudar a linguagem da sua área e promoverem mudanças no cenário atual. Mais uma vez obrigado pelo convite e pela possibilidade de me fazer presente - na minha ausência - nesse momento importante na vida de cada um de vocês. Que eu possa reencontrá-los em breve. Prof. Fabiano Pries Devide.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 14h52
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Sexualidade, esporte, mulheres
Sexualidade em debate no atletismo feminino mundial ofusca o brilho da vitória e da performance atlética de mulheres no esporte. http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2009/08/20/duvidas-sobre-sexualidade-de-sul-africana-tiram-brilho-de-vitoria-nos-800m-757488422.asp
Escrito por Fabiano Pries Devide às 14h06
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GENDER AND SPORT: A READER
SCRATON, S. & FLINTOFF, A. Gender and Sport: a reader. London/New York: Routledge, 2002. http://books.google.com.br/books?id=nDX6hCQjKKUC&dq=%22gender+and+sport%22&printsec=frontcover&source=bl&ots=-4vCBFJp0D&sig=F6sAnXtaDqDWxgJ9Izce8ynxZUw&hl=pt-BR&ei=RJsYSrehINGJtgfr8qDeDA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=3#PPP1,M1
Escrito por Fabiano Pries Devide às 22h02
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Dossiê Homofobia e Educação nos livros didáticos
Dossiê 'Homofobia e Educação nos livros didáticos' (Revista Psicologia Política - UFMG).
http://www.fafich.ufmg.br/rpp/seer/ojs/viewissue.php
Escrito por Fabiano Pries Devide às 11h51
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Desmistificando a relação causal identidade de gênero-identidade sexual no esporte
Caros/as leitores/as, uma das discussões inerentes aos estudos de gênero tem sido a crítica à relação linear da sociedade heterossexista sobre a relação sexo biológico-identidade de gênero-identidade sexual. Judith Butler (2003), em sua obra "Problemas de Gênero: femininsmo e subversão da identidade" aborda a questão com maestria. É quando homens e mulheres rompem tal linearidade que presenciamos o preconceito nas práticas sociais cotidianas. Neste contexto, o esporte, sobretudo aqueles de reserva masculina, despertam o medo nos pais de meninas que os praticam e apresentam habilidades para se tornarem grandes atletas. O maior receio é que a prática destas modalidades determinem a identidade sexual de suas praticantes. Há mais de uma década, estudos de gênero no esporte realizados em países europeus (CAHN, 1995) e norte-americanos (GRIFFIN, 1998), têm abordado a equação sexualidade-prática esportiva-identidades e encontrado que mulheres lésbicas tendem a escolher modalidades de reserva masculina por serem um espaço de socialização entre iguais, onde não precisam encobrir suas verdadeiras identidades. O estudo de Raquel Silveira - vide resumo abaixo - encontra dados similares. Cabe aos profissionais de Educação Física problematizarem tais questões em suas aulas, nos diversos espaços de atuação, visando a desmistificação de tais representações que tendem a perpetuar barreiras para inserção de homens e mulheres em modalidades interpretadas como opostas aos seus gêneros.
Indicações de leitura: BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilizaçao Brasileira, 2003. GRIFFIN, P. Strong women, deep closets: lesbians and homophobia in sport. Champaign: Human Kinetics, 1998. CAHN, S. K. Coming on Strong: gender and sexuality in twentieth-century women's sport. London: Harvard University Press, 1995.
Esporte, homossexualidade e amizade : estudo etnográfico sobre o associativismo no futsal feminino Raquel da Silveira http://biblioteca.universia.net/ficha.do?id=38074626
Neste estudo, me propus a discutir o associativismo esportivo de mulheres em esportes que são ditos masculinos. Para tanto, optei em fazer uma investigação etnográfica em um time de futsal feminino da cidade de Porto Alegre. Realizei 51 idas a campo (treinos, jogos oficiais e atividades extraquadra) e dezessete entrevistas. A equipe investigada era formada por dezessete jogadoras, um técnico e sete pessoas que a acompanham sistematicamente. As praticantes, com idades entre dezesseis a 41 anos, tinham características sócio-econômicas heterogêneas. Como o associativismo é um conceito que remete à sociação de pessoas para determinado fim, surgiu-me um questionamento: como e porque mulheres se associam para praticar um esporte socialmente considerado masculino? Constatei, então, a partir das observações feitas, que três aspectos eram os principais para que o associativismo estudado fosse mantido, a saber: o esporte, a homossexualidade e a amizade. O esporte, nesse time, apresentava características muitas vezes vistas como opostas, mas que nele se tornaram complementares: brincadeira e seriedade; lazer e trabalho, utilidade lúdica e utilidade pública, valor de uso e valor de troca. Em relação à categoria “homossexualidade”, identifiquei três aspectos importantes: o gerenciamento da visibilidade da opção homossexual por parte das pesquisadas dentro e fora do universo do futsal; um tipo de feminilidade sendo objeto de distinção entre a equipe investigada e outras equipes da grande Porto Alegre; o futsal como um espaço de lazer para as mulheres homossexuais em questão. Na discussão da categoria amizade, realizei uma análise que mostrou aproximações e distanciamentos das informações obtidas nesta pesquisa com estudos do campo da filosofia, com foco nesse tema. Verifiquei, ainda, que as relações de amizade nesse time eram duradouras, e, em certa medida, proporcionam uma ascese aos indivíduos. Para finalizar, destaquei que a principal contribuição trazida por este estudo foi a riqueza das informações empíricas – obtidas através da etnografia – que tiveram a capacidade não só de surpreender como, também, de desestabilizar saberes, muitas vezes, nem questionados.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 21h48
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Polêmica em relação aos maiôs de natação para homens e mulheres
EQUIPAMENTOS: SUECA RECLAMA DE REGRA "SEXISTA" PARA OS MAIÔS - Nadadora diz que traje deixa parte íntima à mostra http://www.swimitup.com.br/noticias.php?id=43970
Escrito por Fabiano Pries Devide às 12h15
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RBCE v. 30
Divulgo abaixo artigo publicado em co-autoria na revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE), v. 30, n. 2, 2009.LINGUAGEM DISCRIMINATÓRIA E ETNOMÉTODOS DE EXCLUSÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLARCarlos Alberto Figueiredo da Silva, Fabiano Pries Devide Resumo: O objetivo deste estudo foi mapear as representações de alunos do sexto ano do ensino fundamental de uma escola privada localizada no município do Rio de Janeiro sobre as metáforas discriminatórias utilizadas por eles na exclusão dos colegas que desviam dos padrões estabelecidos pela turma no contexto das aulas de educação física. O estudo permite avaliar as representações de discentes em relação ao processo de exclusão contumaz e cristalizado no cotidiano escolar, oferecendo recursos para que os profissionais de educação física reflitam sobre a ação pedagógica, no sentido de atender aos princípios da inclusão, com a valorização e o respeito às diferenças. Para ler o artigo na íntegra, acesse: http://www.rbceonline.org.br/revista/index.php/RBCE
Escrito por Fabiano Pries Devide às 14h27
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Mulheres e Futebol
Time inglês sub-12 faz greve para ter meninas na equipe Rowan Bridge
Os jogadores de um time de futebol de meninos com menos de 12 anos entraram em greve para convencer a Associação de Futebol da Inglaterra (FA, na sigla em inglês) a permitir que duas meninas joguem pela equipe. As regras da FA impedem que crianças joguem futebol em times mistos, mas a equipe do Birchwood Juniors, da região de Liverpool, havia sido autorizada a montar um time com meninas e meninos juntos como parte de um projeto piloto. No entanto, a associação comunicou ao time que o esquema seria suspenso por causa do desaparecimento de documentos para o campeonato da atual temporada. O escritório da FA em Liverpool afirmava que não havia recebido os documentos de seguro das jogadoras. Mas, depois da greve dos meninos da equipe, a FA voltou atrás, afirmou que ocorreu um erro administrativo e decidiu permitir que as duas meninas do Birchwood Juniors voltem a jogar pelo time. O técnico da equipe, Paul Owens, afirmou que a proibição havia sido um "duro golpe" contra o time, mas acrescentou que ficou orgulhoso com a reação dos meninos. "Fiquei muito orgulhoso ao ver como eles são unidos como time", disse. O Comitê de Futebol Misto da FA se reuniu nesta terça-feira e disse à Associação de Futebol do Condado de Liverpool que "dá todo o apoio" ao time de Birchwood. O comitê deu às duas meninas Kara Hunt e Sophie Ellis "isenção retroativa" para que as duas continuem jogando pela equipe. Antes da revisão da decisão da FA, uma das jogadoras, a goleira Kara Hunt, havia afirmado que a suspensão dela e de Sophie seria "injusta". O pai da goleira, Graham Hunt, afirmou que a filha ficou "desolada" com a notícia da proibição. "Mas agora tudo foi esquecido e ela está ansiosa para vencer a liga pelo time", afirmou. Kyle Higham, um menino de 12 anos que joga pelo Birchwood Juniors, foi um dos que participou da greve pela volta das companheiras de equipe. "Não sei por que elas não deveriam jogar, é tudo a mesma coisa", disse Higham. "Algumas garotas são melhores do que os meninos aqui."
BBC Brasil - Fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/europeu/2008/interna/0,,OI3581308-EI11631,00-Time+ingles+sub+faz+greve+para+ter+meninas+na+equipe.html
Escrito por Fabiano Pries Devide às 20h06
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Aos interessados/as nas questões de gênero envolvidas no ensino dos conteúdos da EFescolar, o artigo abaixo aborda o futebol enquanto área de reserva masculina e suas possibilidades de ensino em uma ótica co-educativa. Boa leitura! http://www.rizoma.ufsc.br/pdfs/792-of8a-st2.pdf
Futebol e Masculinidade: um Espaço Pedagógico para Ações Afirmativas (Antônio Carlos Vaz) RESUMO: O futebol, atividade extremamente valorizada na cultura esportiva brasileira, é indiscutivelmente reconhecido como um esporte masculino. E é justamente por esta identificação que se pode considerar o futebol como um importante conteúdo para o desenvolvimento da co-educação nas aulas de Educação Física. No processo de ensino do futebol é possível introduzir o conceito de ações afirmativas, buscando uma relação democrática entre os gêneros feminino e masculino, transformando, assim, o jogo de futebol e a perspectiva política de meninas e meninos. Palavras Chaves: Futebol; mulher; co-educação, ações afirmativas.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 14h27
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Esporte e Homofobia
Lendo mensagem publicada na internet, sobre o convite da Federação Inglesa de Futebol aos jogadores David Beckham e Cristiano Ronaldo para participarem de vídeo acerca de uma campanha sobre o combate à homofobia no futebol [vide o site português: http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=1029661&div_id=1488 ], parei para refletir em algumas linhas sobre como o esporte, paradoxalmente, pode se configurar como um espaço de culto à masculinidade hegemônica (Connell, 1995) e ao comportamento homofóbico e também de legitimação de práticas sociais homoeróticas, que por ocorrerem na arena esportiva, não são contestadas pela sociedade heterossexista.
"Em nossa cultura, a manifestação de afetividade entre meninos e homens é alvo de uma vigilância muito mais intensa do que entre as meninas e mulheres. (...) as expressões físicas de amizade e de afeto entre homens são controladas, quase impedidas, em muitas situações sociais. (...) A homofobia funciona como mais um importante obstáculo à expressão de intimidade entre homens" (Louro, 2001, p. 27-28).
Enquanto as amizades masculinas tendem a ser superficiais por, entre outras razões, os homens serem ensinados a serem homofóbicos, emocionalmente inexpressivos e competitivos, o esporte competitivo tem sido um elemento que media os relacionamentos entre os homens em outras vias que lhes permite desenvolver uma poderosa ligação enquanto ao mesmo tempo os previne do desenvolvimento da intimidade, uma vez que eles tendem a fazer "coisas juntos", p. ex., jogar e competir, mas não gastar o tempo conversando sobre suas vidas pessoais: trabalho, família, relacionamentos etc.
Embora a homofobia seja um mecanismo de controle da manifestação de afeto entre homens na sociedade contemporânea, o esporte providencia oportunidades para que estes mesmos homens criem grupos fechados e vivenciem situações intensas de intimidade de forma legítima em alojamentos, vestiários, parcerias em caçadas e pescarias, concentrações pré-competições, rodas de chope, entre outras situações nas quais a presença de mulheres não tende a ser admitida (Louro, 2001).
O vínculo erótico entre homens atletas é neutralizado através da homofobia e do posicionamento das mulheres como objetos sexuais em conversas. Assim, a masculinidade heterossexual é construída coletivamente, a partir da prática de denegrir a homossexualidade e a feminilidade como "não-masculinas" (Messner, 1992). Uma das vias para isto é a elevação do corpo e da sexualidade masculina como superior à feminina. No universo homossocial do esporte, a negação de qualquer impulso homoerótico é um elemento chave desta elevação da superioridade heterossexual. Por isso, podemos dizer que o esporte moderno é uma instituição genderizada; uma instituição social construída por homens como uma resposta à crise das relações de gênero na virada do século XIX e XX.
As estruturas e valores dominantes do esporte refletem os medos e necessidades de uma masculinidade ameaçada. O esporte é construído como um universo homossocial com uma divisão masculina do trabalho que exclui as mulheres. Sem dúvida, o esporte simboliza a estrutura masculina de poder dos homens sobre as mulheres e finalmente, constitui e legitima uma organização social heterossexista da sexualidade. Como resultado, a instituição esportiva no século XX desempenhou um papel chave na construção e estabilização de um sistema dominante masculino e heterossexista das relações de gênero (Messner, 1992).
Cabe refletirmos sobre os mecanismos pelos quais jogadores como Richarlyson ou Sol Campell sofrem com a homofobia no esporte, que ultrapassa as quatro linhas dos campos de futebol inglês. Nesse aspecto, o esporte - sobretudo aquelas modalidades consideradas bastiões da masculinidade - deve ser interpretado como instituição social que reflete questões sociais circulantes na sociadade contemporânea.
Indicações de leitura: [1] LOURO, G. L. Pedagogias da Sexualidade. In.: Louro (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Autêntica: Belo Horizonte, 2001. p. 7-34. [2] MESSNER, M. A. Power at Play: sports and the problem of masculinity. Boston: Beacon Press, 1992. [3] CONNELL, R. W. Políticas da masculinidade. Educação & Realidade. Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 185-206, 1995.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 11h02
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Antropologia, Gênero e Masculinidade
http://www.artnet.com.br/~marko/
Antropologia, Gênero e Masculinidade > HP dedicada ao estudo da masculinidade, criada em 1997 e organizada por Marko Monteiro.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 12h48
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Participação em matéria publicada no Jornal "PUBLICO", em Lisboa, Portugal
http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain2%2Easp%3Fdt%3D20081106%26page%3D4%26c%3DC
Hamilton Mais um negro a quebrar uma barreira
06.11.2008, Hugo Daniel Sousa
Depois do atletismo, do futebol, do boxe, da natação, do ténis e do golfe, a Fórmula 1 também já tem um campeão negro. Hamilton foi o pioneiro e espera que o seu exemplo inspire outros. Os antropólogos explicam que esta vitória ajuda a provar que as elites mundiais estão a mudar
A história do desporto está recheada de marcos na luta pela igualdade racial. George Poage foi o primeiro negro a ganhar uma medalha olímpica (1904), Jack Johnson o primeiro pugilista a vencer o título de pesos-pesados (1908), Althea Gibson a primeira tenista afro-americana a ganhar uma prova do Grand Slam (1957), Arthur Ashe o primeiro tenista a vencer um dos quatro mais importantes torneios de ténis (1963). E Tiger Woods foi o primeiro, e único, golfista a vencer um Masters (1997). Agora, Lewis Hamilton junta-se à lista dos campeões negros, depois de, no domingo, ter vencido o Mundial de Fórmula 1. A vitória de Lewis Hamilton não é propriamente uma revolução na afirmação dos desportistas negros. Há muito que campeões como Jesse Owens, Bob Beamon, Carl Lewis (atletismo), Michael Jordan, Magic Johnson (basquetebol) e Pelé (futebol) encantaram o mundo noutras modalidades. Um pouco à semelhança do que aconteceu com Tiger Woods no golfe, o triunfo de Hamilton no automobilismo tem um significado especial, por se tratar de uma modalidade elitista, em que o dinheiro é condição fundamental para chegar ao topo. "[Ser campeão do mundo] mostrará que não só os brancos podem fazê-lo, mas também os negros, os indianos, os japoneses e os chineses", disse o piloto inglês numa entrevista à Black History Month em 2007, numa das poucas ocasiões em que comentou questões raciais. "Nem todos os desportos são da mesma natureza. Alguns estão ligados a classes mais altas e os negros estão sub-representados, porque, estatisticamente, há menos gente negra nas camadas mais ricas do mundo", explica ao P2 o antropólogo João de Pina Cabral, para quem este triunfo pioneiro de Hamilton, em pleno século XXI, é "mais uma questão de classe do que de cor": "É importante verificar que assistimos a uma alteração da natureza das elites. Assistimos a uma globalização e desocidentalização das elites, que ocorre não só com negros mas também com árabes e chineses". O investigador brasileiro Fabiano Pries Devide - que tem feito trabalhos sobre desporto e inclusão - sublinha que a fórmula 1 é mais uma das modalidades que "reproduzem a desigualdade racial no sentido da inserção de negros no desporto". "Ténis, golfe, ginástica artística, esgrima, saltos para a água são apenas algumas dessas modalidades em que raramente vemos um(a) atleta negro competindo", disse ao P2, por e-mail, este docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Actividade Física da Universidade Salgado de Oliveira, no Rio de Janeiro. Outros exemplos são o ciclismo ou a natação - esta uma modalidade com dois medalhados olímpicos (a holandesa Enith Brigitha ganhou o bronze nos 100 e 200m livres em 1976 e o suranimês Anthony Nesty ganhou o ouro nos 100m mariposa em 1988), mas sem figuras afro-americanas na actualidade. Nuno Couceiro, que lançou pilotos como Álvaro Parente e actualmente é agente de Filipe Albuquerque (um dos portugueses que tentam chegar à F1), concorda que as exigências financeiras do automobilismo explicam o reduzido número de pilotos negros: "Em Portugal, nunca lidei com nenhum, mas noutros países já vi. Há sete ou oito anos, havia um miúdo chamado Jason Watt [filho de mãe dinamarquesa e pai jamaicano] que era muito bom, mas sofreu um acidente que o deixou paraplégico. Provavelmente teria sido o primeiro negro a chegar à Fórmula 1". Bandeira em baixo Antes de Hamilton, o americano Willy T. Ribs esteve perto de ingressar na F1. Efectuou um teste no Estoril, em 1985, pela Brabham, equipa que à época era de Bernie Ecclestone, hoje o detentor dos direitos comerciais da F1, mas a estreia em corrida nunca aconteceu. O triunfo de Hamilton no mais importante campeonato automobilístico encerra também um ciclo de dificuldades para os pilotos negros, que durante anos enfrentaram obstáculos para se afirmarem na modalidade. Um exemplo aconteceu em 1963, precisamente o ano do célebre discurso de Martin Luther King no Lincoln Memorial, em Washington. Wendell Scott venceu uma corrida em Jacksonville, mas o director de corrida só agitou a bandeira de xadrez quando o segundo classificado (um branco) cortou a meta. E o troféu só foi entregue a Scott depois de os espectadores terem abandonado o circuito. Filho de uma britânica e de um descendente de imigrantes da ilha de Granada, nas Caraíbas, Hamilton não teve esses problemas. Mesmo não pertencendo a uma família abastada - o pai era empregado dos caminhos-de-ferro -, conseguiu reunir apoios importantes desde muito cedo, especialmente quando passou a integrar, aos 13 anos, o programa de desenvolvimento de pilotos da McLaren. Ron Dennis, o patrão da equipa britânica, desvalorizou a questão racial quando o apresentou, aos jornalistas, como piloto. "Sabemos da potencialidade da cor de Hamilton para ser usada nos vossos artigos e não escondemos esse facto, mas a cor não interessa." Há até quem diga, como Nuno Couceiro, que a cor da pele acabou por ser um aspecto a favor de Hamilton. "Ele é muito bom e mereceu ser levado ao colo pela McLaren até à F1, mas também interessa à equipa ter um piloto negro, por razões económicas." As estimativas parecem dar razão a este argumento. O Times aponta Hamilton como o potencial candidato a ultrapassar os rendimentos de mil milhões de dólares que, segundo a Forbes, Tiger Woods atingirá em 2010. A vitória de Hamilton foi vista em Inglaterra como o início de uma semana histórica para os negros, que a eleição de Barack Obama como Presidente dos EUA confirmou. "Saber que pode haver um Presidente negro e ver Hamilton vencer faz-me sentir bem, porque sou negro. Não há modelos suficientes para os jovens", comentou um estudante ao Guardian. Hamiltonmania Nuno Couceiro espera uma "Hamiltonmania em Inglaterra", como houve "Alonsomania em Espanha", após o título de 2005, com muitos jovens a tentarem seguir os passos do novo campeão. "A vitória no desporto representa, na 'sociedade do espectáculo', uma visibilidade que ultrapassa o sentido estritamente desportivo, contribuindo para mudanças nas representações sociais acerca da presença de negros no desporto e noutras esferas sociais", argumenta Fabiano Pries Devide, considerando normal que haja maior adesão de jovens a uma modalidade após a vitória de alguém com quem se identificam. O investigador brasileiro recusa-se, no entanto, a conferir ao desporto um papel "redentor". "O desporto, por si só, não deve ser visto como uma via de ascensão social ou uma instituição que possui autonomia em relação ao todo social. Pode ser visto como um terreno de contestação da hierarquia racial ou, por outro lado, como um espaço de reprodução da mesma", salienta Pries Devide. A análise é partilhada pelo antropólogo João de Pina Cabral. "O desporto talvez seja mais visível, mas não é uma área de destaque de categorias sociais diminuídas", aponta este investigador do Instituto de Ciências Sociais, para quem o cinema e a literatura até são campos mais interventivos. Sublinha também que os efeitos de um triunfo como este serão socialmente limitados. "O momento mais marcante foram os Jogos Olímpicos de Berlim, em que a vitória de americanos negros teve um papel político, no sentido de revelar a falsidade das teorias nazis. Não voltou a haver uma ocasião como essa", diz, referindo-se aos triunfos de Jesse Owens. Na sua curta carreira de dois anos como piloto de Fórmula 1, Hamilton tem sido discreto politicamente. Admitiu só que é admirador de Martin Luther King e Nelson Mandela e que gostava de ver Obama na Casa Branca, mas repete o low profile de Tiger Woods. Nenhum deles viveu ainda uma situação semelhante à de Michael Jordan, que, nos anos 1990, recusou criticar as tiradas racistas do senador republicano Jesse Helms. Hamilton já este ano foi, porém, vítima de incidentes racistas, quando efectuou testes em Espanha. O pai do inglês admitiu esta semana que ponderou retirar o filho do automobilismo: "Cheguei a pensar que talvez este não fosse um lugar para a minha família". O jovem britânico continou e sagrou-se, aos 23 anos, o mais jovem vencedor de sempre do Mundial de F1. E na hora da vitória não quis fazer grandes leituras raciais. "Nunca fui para uma corrida a pensar que era o único negro. Adoro correr e espero que ganhar o campeonato abra as portas para que outras culturas e jovens possam realizar os seus sonhos. Eu estou a viver o meu."
Escrito por Fabiano Pries Devide às 13h34
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XII ENCONTRO FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: a Educação Física escolar e seus desafios conceituais, sociais e pedagógicos
Divulgo abaixo os resumos dos trabalhos [temas-livres] apresentados por pesquisadores do Grupo de Pesquisa "Gênero na Educação Física e no Desporto" (CNPq), liderado por mim, no XII Encontro Fluminense de Educação Física escolar: a Educação Física escolar e seus desafios conceituais, Sociais e Pedagógicos, realizado de 16 a 19 de outubro de 2008, na Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ. Os textos completos dos trabalhos podem ser conferidos no cd-rom do evento.
Saudações acadêmicas a todos!
REPRESENTAÇÕES SOBRE GÊNERO NOS ANAIS DO ENCONTRO FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR (EnFEFE)
Marcos Miranda Correia (ISERJ, SME/RJ), Fabiano Pries Devide (PGCAF-Universo)
Os estudos sobre gênero e o I Encontro Fluminense de Educação Física Escolar (EnFEFE) surgem em um contexto polêmico e de mudanças teóricas e políticas na Educação Física. Os estudos de gênero identificam na escola um ambiente fértil para problematizar suas questões teóricas e o EnFEFE busca aproximar os professores da educação básica do conhecimento acadêmico. Em função do direcionamento de ambos para a escola, encontramos nos anais do EnFEFE um objeto de estudo significativo e relevante para verificar como a temática de gênero está sendo representada nas suas primeiras dez edições. Com a pesquisa bibliográfica e a análise documental, os resultados indicam que a temática de gênero encontra-se sutilmente representada nos anais do EnFEFE, contribuindo para a promoção e reflexão da mesma entre os participantes do evento.
O DISCURSO DOS DISCENTES CONCLUINTES DO ENSINO MÉDIO SOBRE OS SABERES CONSTRUÍDOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: Uma análise a partir da teoria de gênero
Karla Lopes do Rosário (Unisuam), Fabiano Pries Devide (Unisuam, PGCAF/Universo)
A pesquisa buscou identificar no discurso dos discentes concluintes do ensino médio os conhecimentos construídos nas aulas de Educação Física na sua trajetória escolar e a aplicabilidade no cotidiano, utilizando a teoria de gênero como categoria de análise dos resultados. Para tal, realizamos um estudo de caso de caráter qualitativo, onde 103 discentes concluintes do ensino médio responderam um questionário com oito perguntas; O Colégio Brigadeiro Newton Braga foi escolhido por apresentar aulas de EF separadas por sexo, além de oferecem conteúdos diferenciados para meninos e meninas, supondo discursos distintos sobre as aulas e vivências da Educação Física. Concluímos que o esporte reina hegemônico entre os principais conhecimentos assimilados da EF, mostrando estereotipias “femininas e masculinas” nos esportes citados. O anseio das meninas em aprender outros conteúdos além do esporte revela a insatisfação quanto a não paridade de conteúdos.
REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE LICENCIANDOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA SOBRE AS QUESTÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO PROFISSIONAL NO CENTRO UNIVERSITÁRIO AUGUSTO MOTTA (UNISUAM)
Ilza Pereira Silva (PIBIC/Unisuam), Morjana Britto Peçanha (PIBIC/Unisuam), Fabiano Pries Devide (Unisuam, PGCAF/Universo)
Este Estudo de Caso, realizado na Unisuam, apresenta caráter qualitativo e descritivo (Posselon, 2004). Visa responder ao Problema: Quais as representações sociais de licenciandos em EF sobre as questões de Gênero na EFe? O objetivo é identificar os elementos constituintes das representações sociais desses atores sociais sobre as questões de gênero na EFe. Como percurso metodológico, utilizamos a pesquisa documental e a entrevista estruturada: i) análise da grade curricular e ementas do curso de Licenciatura em EF da Unisuam; ii) entrevistas com os discentes concluintes do curso. Os referenciais teórico-metodológicos para interpretação dos dados são: Teoria de Gênero (Scott, 1995, 2005; Louro, 2001); Análise de Conteúdo (Bardin, 1995); e Teoria das Representações Sociais (Sá, 1998; Spink, 1995; Moscovici, 1978, 2003). Os resultados permitem afirmar que as questões de gênero permanecem à margem na formação profissional em EF, não se constituindo numa temática circulante, que auxilie o futuro docente a problematizar as relações de gênero no âmbito das aulas de EFe, visando a inclusão.
Escrito por Fabiano Pries Devide às 10h43
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Voice of the Shuttle > LINKS para Estudos de Gênero
Para pesquisar outros links sobre Estudos Feministas, Estudos de Gênero, Sexualidade, Estudos sobre Teoria Queer, Ecofeminismo, Estudos sobre Homens e Masculinidades, entre outros, visite o site "Voice of the Shuttle", um site para pesquisa em Ciências Humanas:
http://vos.ucsb.edu/browse.asp?id=2711
Escrito por Fabiano Pries Devide às 13h16
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Associação Portuguesa Mulheres e Desporto
A "Associação Portuguesa Mulheres e Desporto" é uma organização de direitos de mulheres.
Visa promover a igualdade e a participação das mulheres no desporto em diferentes níveis, funções e esferas de competência.
http://www.mulheresdesporto.org.pt/
Escrito por Fabiano Pries Devide às 13h08
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Grupo de Estudos sobre Cultura e Corpo - UFRGS
O Grupo de Estudos sobre Cultura e Corpo foi criado em 2002. É constituído por docentes e estudantes do Programa de Pós-graduação em Ciências do Movimento Humano da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e ao Centro de Memória do Esporte. Tem desenvolvido atividades de pesquisa, ensino e extensão, sobre temas no campo das ciências humanas e suas interfaces com a Educação Física, tais como: História do Corpo e das práticas corporais e esportivas, Gênero, Sexualidade e Mídia.
http://www.esef.ufrgs.br/ceme/grecco/index.htm
Escrito por Fabiano Pries Devide às 13h06
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O Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero (GEERGE) é formado por docentes e discentes do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dedica-se ao ensino e pesquisa na área de Gênero, sexualidade, classe, etnia, religião, nacionalidade e geração na sua articulação com a educação. Tem como referências, teorizações pós-críticas, provenientes dos Estudos Feministas, Estudos Culturais, Estudos Gays e Lésbicos e da Teoria Queer.
http://www.geerge.com/
Escrito por Fabiano Pries Devide às 09h16
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Homens em crise ou masculinidade em questão?
CAFÉ FILOSÓFICO | Homens em crise ou masculinidade em questão? | Com Maria Rita Kehl
http://www.cpflcultura.com.br/revista_ler.aspx?Revista_Categoria_ID=1&arquivo_ID=343
Escrito por Fabiano Pries Devide às 19h44
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International Working Group Women and Sport
O Grupo Internacional de Trabalho Mulheres e Esporte (IWG) foi constituído em 1994, durante a I Conferência Internacional Mulheres e Esporte, ocorrida em Brighton. O Grupo é um corpo independente com representantes de organizações governamentais e não-governamentais de diferentes regiões do mundo, recebendo apoio financeiro e de lideranças do Reino Unido, Canadá, Japão, Namíbia e Austrália. Aos interessados sobre as questões referentes às mulheres no Movimento Olímpico, vale uma visita ao site> http://www.iwg-gti.org/index.php?id=23
Escrito por Fabiano Pries Devide às 12h30
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Revista CORPUS ET SCIENTIA
A revista Corpus et Scientia é uma publicação semestral da UNISUAM. Tem por finalidade estimular o pensamento, promover a investigação empírica e disseminar o conhecimento científico em Educação Física, Fisioterapia e áreas afins. Inclui tópicos que se relacionam ao movimento humano, à saúde e qualidade de vida, aos aspectos psicológicos do desempenho humano, à recuperação física, e outras dimensões da corporeidade.
http://www.unisuam.edu.br/corpusetscientia/
Escrito por Fabiano Pries Devide às 12h35
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ESPORTE e SOCIEDADE - revista digital
Esporte e Sociedade é uma revista quadrimestral que tem como objetivo contribuir para o avanço dos estudos sobre esporte a partir do diálogo com as ciências sociais e humanas. Está Indexada nas seguintes bases de dados: History Journals Guide, Sportdiscus e Latindex.
http://www.uff.br/esportesociedade/
Escrito por Fabiano Pries Devide às 12h33
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REVISTA PENSAR A PRÁTICA
Pensar a Prática acaba de publicar seu último número em http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef. Navegue no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse. Pensar a Prática (Universidade Federal de Goiás) - Vol. 11, No 2 (2008) Sumário: http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/issue/view/339
Escrito por Fabiano Pries Devide às 09h21
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Anais do III Fórum Mulher & Esporte: Mitos e Verdades (USP-2004)
http://www.im.br/site_1/faculdades/educacao_fisica/estudo_muculacao/ANAIS_III_Forum_Mulher_Esporte_Mitos_e_Verdades.pdf
O Departamento de Esporte da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, em conjunto com o Laboratório de Psicossociologia do Esporte – “LAPSE“ / Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicossociologia do Esporte – “GEPPSE”, realizou em 2004, a terceira edição do Fórum Mulher & Esporte > Mitos e Verdades < um novo pensar no terceiro milênio. As linhas de pensamentos formuladas pelos palestrantes e debatedores nos encaminham para uma coletânea de interpretações sobre a inclusão das mulheres nos diferentes tipos de atividades físicas e esportivas competitivas. Os textos apresentados nos Anais visam estimular pesquisas sobre a participação das mulheres na sociedade do esporte. Esse é o fio condutor destes Anais – a participação das mulheres traduzida na cultura esportiva, focalizada através de um vasto continuum de valores, bens que as mulheres precisam para sobreviver na sociedade do esporte – e de seu processo de ajustamento múltiplo através dos tempos e nos diferentes espaços.
(por: Prof. Dr. Antônio Carlos Simões - Coordenador “LAPSE/GEPPSE”).
Escrito por Fabiano Pries Devide às 23h50
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Revista Brasileira de Ciência e Movimento - RBCM
REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIA E MOVIMENTO http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/login
Escrito por Fabiano Pries Devide às 08h58
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